Blog Dr. Daniel Dziabas

Quando o Ponytail Lift Endoscópico faz sentido: os sinais que indicam a hora certa

Há um momento, comum a muitas pacientes entre 35 e 75 anos, em que o botox e o preenchimento continuam sendo feitos com a mesma frequência, mas o resultado no espelho já não é mais o mesmo. A pele não perdeu qualidade, perdeu sustentação. É esse o ponto em que o Ponytail Lift Endoscópico, técnica conduzida pelo Dr. Daniel Dziabas, passa a ser considerado: quando o que caiu precisa ser reposicionado, e não apenas preenchido.

Os sinais que costumam trazer a paciente à consulta

  • Queda da cauda da sobrancelha, com sensação de “olhar cansado” mesmo depois de uma noite bem dormida.
  • Achatamento do terço médio da face, com a maçã do rosto perdendo projeção.
  • Sulco nasogeniano (bigode chinês) se aprofundando, sem resposta duradoura ao preenchimento.
  • Início do efeito “bulldog”, a linha da mandíbula perdendo definição pela queda do tecido, não por acúmulo de gordura.

Isoladamente, cada um desses sinais parece pontual. Juntos, indicam algo estrutural: os tecidos profundos da face desceram e precisam ser reconduzidos ao eixo em que estavam, e é exatamente essa a proposta do Ponytail Lift Endoscópico.

Por que o vetor vertical resolve o medo do “rosto esticado”

Uma das maiores resistências ao lifting facial é o receio de sair “diferente”, o canto da boca puxado para os lados, a expressão artificial. Esse resultado costuma vir de técnicas que tracionam a pele no sentido horizontal, em direção à orelha. O Ponytail Lift Endoscópico trabalha no sentido oposto: reposiciona as estruturas profundas, coxim malar, ligamentos de retenção, cauda da sobrancelha, em vetores verticais e levemente oblíquos, o mesmo eixo em que a face envelheceu e caiu. O resultado tende a ser lido como “descanso”, não como intervenção.

O que as pacientes relatam depois do procedimento

Nos relatos recebidos pela equipe, um padrão se repete: a sensação de reconhecer o próprio rosto, só que mais leve. Uma paciente de 40 anos, que hesitava por achar “cedo demais” para um lifting, descreveu o resultado como natural o suficiente para continuar se reconhecendo por completo. Outra, incomodada principalmente com a queda lateral do rosto e do olhar, relatou sentir o rosto mais leve e descansado após o procedimento. Uma terceira, meses depois da cirurgia, descreveu o acompanhamento estruturado da equipe como parte decisiva da segurança sentida em cada etapa, do planejamento ao pós-operatório.

Quando o Ponytail Lift não é suficiente sozinho

Em casos de flacidez cutânea mais avançada, sobretudo na região cervical, o Dr. Daniel Dziabas indica a associação com o Neck Lift, formando uma técnica híbrida que trata o excesso de pele junto ao reposicionamento profundo. A indicação correta começa sempre por uma avaliação individual: teste de tração vertical, análise da qualidade e elasticidade da pele, do volume ósseo e das assimetrias prévias.

Resultados individuais variam conforme anatomia, qualidade da pele e resposta cicatricial de cada paciente.

ENDEREÇO

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